Remoção de Amianto em Guimarães

Guimarães é um dos concelhos do país onde o amianto em coberturas tem mais expressão, por uma razão histórica: a indústria têxtil do Vale do Ave ergueu, entre os anos 60 e 90, centenas de naves, oficinas e armazéns com cobertura de fibrocimento. Hoje, muitas dessas coberturas continuam no lugar, com placas porosas, fissuradas ou parcialmente substituídas por chapas avulsas, em edifícios que passaram a ter outros usos — armazém, oficina, garagem coletiva, espaço de apoio a uma habitação.

Ao lado deste parque industrial, o amianto aparece também em estruturas pequenas ligadas à habitação: telheiros de quintal, garagens independentes e anexos em Pevidém, Brito, Ponte e nas freguesias mais rurais, e ainda em elementos integrados em prédios antigos, como tubos de queda, caleiras e placas de revestimento técnico. Remover este material exige procedimentos específicos: contenção da zona de trabalho, técnicas que evitem a quebra das placas, acondicionamento dos resíduos e encaminhamento para operador licenciado, com registo documental.

A InnovXcellence remove e substitui coberturas de fibrocimento com amianto em todo o concelho de Guimarães, com técnicos certificados, alvarás IMPIC e garantia legal de 5 anos na cobertura nova.

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Tipologia do edificado

O Edificado em Guimarães

Em Guimarães, o amianto concentra-se sobretudo em coberturas industriais e em estruturas de apoio:

Naves, oficinas e armazéns (Pevidém, Brito, Ponte)

Coberturas extensas de placas de fibrocimento, com décadas de uso e degradação avançada pela chuva e pela ausência de manutenção. Exigem meios de elevação, faseamento e contenção adaptada a áreas grandes, muitas vezes com atividade em curso no interior.

Telheiros, garagens e anexos de moradias (São Torcato, Mesão Frio, Caldas das Taipas)

Estruturas independentes com cobertura de placas onduladas ou planas, acessíveis a moradores. São o caso mais frequente de remoção residencial e quase sempre antecedem a substituição por telha ou painel.

Prédios antigos (tubos de queda, caleiras e placas técnicas)

Elementos integrados em edifícios de habitação, que devem ser avaliados em conjunto, porque a substituição de uma peça implica habitualmente as restantes.

Edifícios de atividade reconvertidos

Antigas unidades têxteis hoje usadas como armazém, oficina ou garagem, onde a cobertura original de fibrocimento continua exposta e é frequentemente manuseada por quem ali trabalha.

Problemas típicos

  • — Placas de fibrocimento porosas, fissuradas ou com destacamento superficial em naves antigas.
  • — Substituições pontuais de placas por chapa, criando coberturas mistas e pontos frágeis.
  • — Quebra de placas durante limpezas, reparações ou manuseamento informal no interior das naves.
  • — Coberturas de telheiros e garagens a deixar entrar água, com estrutura de suporte já degradada.
  • — Tubos de queda e caleiras em fibrocimento com amianto em prédios de habitação.
  • — Resíduos que exigem acondicionamento e encaminhamento próprio, sem poderem ser tratados como entulho comum.
Onde atuamos

Freguesias e Zonas de Guimarães

Creixomil Azurém Urgezes Costa São Torcato Pevidém Brito Ponte Mesão Frio Caldas das Taipas
Licenciamento

Licenciamento na Câmara Municipal

A remoção de amianto tem enquadramento próprio, independente do procedimento municipal: execução por técnicos certificados, medidas de proteção, acondicionamento dos resíduos e encaminhamento para operador licenciado, com registo documental do circuito. Quando a remoção integra a substituição de uma cobertura — caso típico em naves industriais — a obra de substituição pode exigir comunicação prévia ou licença junto da Câmara Municipal de Guimarães, conforme a alteração introduzida. Em prédios em propriedade horizontal, a intervenção em partes comuns deve ser deliberada em assembleia.

As informações sobre licenciamento são de natureza geral e não substituem o aconselhamento técnico ou jurídico. Recomendamos a confirmação dos requisitos junto da Câmara Municipal ou de um técnico qualificado.

Dúvidas frequentes

Perguntas Frequentes

Tenho uma nave antiga em Guimarães com cobertura de fibrocimento: como começo?

O primeiro passo é a avaliação técnica da cobertura no local, para medir a área, identificar o tipo de placas, avaliar o estado de degradação e verificar se existem substituições mistas por chapa. Dessa avaliação saem o procedimento de remoção, o faseamento possível em função da atividade do edifício e a solução de cobertura nova, com orçamento discriminado.

É possível remover as placas com a atividade a decorrer no interior?

Na maioria dos casos, sim, com faseamento e contenção. Dividimos a cobertura em áreas e trabalhamos por zonas, isolando a área intervencionada, protegendo o interior e garantindo que a nave fica em condições de uso no fim de cada período de trabalho. Quando o tipo de atividade ou o estado das placas o exige, combinamos paragens pontuais.

As placas podem ser removidas por cima, sem retirar a estrutura existente?

Frequentemente, sim. Se a estrutura de suporte — madeira ou metal — estiver em bom estado, é possível remover as placas, tratar ou substituir os elementos deteriorados e aplicar a nova cobertura sobre a mesma estrutura. Quando há corrosão ou apodrecimento generalizado, a substituição parcial da estrutura é incluída na proposta, com identificação dos elementos a trocar.

O que se pode colocar em vez do fibrocimento numa nave?

As soluções mais correntes são o painel sandwich com isolamento, que resolve estanquidade e conforto térmico numa só camada e é rápido de montar, e a chapa perfilada com isolamento aplicado por baixo. Em coberturas de apoio a habitação, a telha cerâmica ou de betão sobre estrutura de madeira ou metal é também uma solução frequente. A escolha depende da pendente, do vão entre apoios e do uso do espaço.

Os resíduos de amianto de Guimarães vão para onde?

São acondicionados segundo procedimentos próprios, identificados e transportados para operador licenciado, com registo documental do circuito. Não podem ser colocados em contentores indiferenciados nem entregues como entulho comum. O proprietário recebe o registo correspondente, que documenta a saída do material do imóvel por via legal.

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