Reabilitação de Fachadas em Fafe

Fafe está no interior do distrito e o clima nota-se no estado das fachadas. Os invernos são frios e húmidos, com frentes a norte que praticamente não secam entre novembro e março, e é nessas paredes que aparece primeiro aquilo que se vê em quase todas as casas antigas do concelho: manchas esverdeadas sobre a pedra, reboco escurecido, juntas abertas e uma sensação permanente de humidade por dentro. Não é uma questão de aspeto, é água a entrar lentamente pela parede.

O edificado de Fafe divide-se entre o centro antigo, com casas de granito de dois a três pisos e cantarias trabalhadas, os bairros de prédios dos anos 70 a 90, construídos sem isolamento térmico nem barreira de vapor, e as aldeias das freguesias mais afastadas, com construções graníticas, anexos, alpendres e muros. Nos prédios mais recentes, o problema típico é outro: paredes frias, pouca ventilação e humidade que se acumula nos cantos, com bolores que reaparecem em cada inverno depois de limpos.

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Reabilitamos fachadas em Fafe, do centro da cidade aos bairros de prédios e às freguesias rurais, com tratamento de humidade e remates, vistoria gratuita e garantia legal de 5 anos.

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Tipologia do edificado

O Edificado em Fafe

Em Fafe, a causa da degradação de uma fachada depende muito do tipo de construção e da sua orientação:

Centro de Fafe

Casas de granito de dois a três pisos, com cantarias trabalhadas, caixilharia de madeira e comércio ao nível da rua. O destacamento de reboco sobre pedra, as juntas abertas e a humidade de base são as patologias mais comuns.

Bairros de prédios dos anos 70-90

Habitação coletiva com fachadas rebocadas e pintadas, sem isolamento térmico e com pouca ventilação. É aqui que aparece a condensação interior, a pintura com pontos de bolor e fissuras finas junto às caixilharias.

Freguesias rurais (Medelo, Moreira do Rei, Revelhe e Quinchães)

Casas de granito, algumas com reboco de intervenções antigas, anexos, alpendres e muros. As frentes a norte apresentam musgo, juntas abertas, remates sem tratamento e humidade ascendente na base das paredes.

Zonas industriais e edifícios de atividade

Naves e armazéns com fachadas de alvenaria pintada ou painel, expostas ao vento e à chuva. Juntas abertas, fissuras junto a cunhais e pintura com pouca aderência são as ocorrências mais frequentes.

Problemas típicos

  • — Musgo e manchas esverdeadas nas frentes a norte, sobre pedra e sobre reboco.
  • — Juntas abertas em paredes de granito, por onde a água percorre a espessura da parede.
  • — Bolores e condensação em prédios dos anos 70-90, sem isolamento e com pouca ventilação.
  • — Pintura empolada, com pontos de bolor que voltam em cada inverno.
  • — Humidade ascendente na base de casas antigas das freguesias rurais.
  • — Remates entre construções vizinhas e junto a anexos, nunca resolvidos.
Onde atuamos

Freguesias e Zonas de Fafe

Fafe (cidade) Medelo Moreira do Rei Revelhe Quinchães Serafão Golães Estorãos
Dúvidas frequentes

Perguntas Frequentes

Porque é que as fachadas de Fafe ficam com musgo e manchas esverdeadas?

Porque durante a maior parte do inverno a parede está húmida e as temperaturas são baixas, o que cria condições para o desenvolvimento de organismos à superfície. O musgo é o sintoma, não a causa: existe porque a água se acumula ali. Limpar sem tratar a origem resolve durante uma estação; corrigir a humidade e proteger a superfície resolve de forma duradoura.

Como se resolvem os bolores num prédio dos anos 70-90 em Fafe?

Os bolores aparecem em paredes frias com pouca ventilação, e limpar não chega. O que resolve é combinar três medidas: tratar os pontos de entrada de água e as pontes térmicas, corrigir a ventilação dos espaços e aplicar revestimentos que não alimentem o problema. Se a humidade tiver origem numa infiltração, essa é a primeira frente a fechar.

É possível intervir numa fachada de granito durante o inverno de Fafe?

Alguns trabalhos sim, como reparar remates, corrigir juntas ou fixar elementos soltos. O que não deve ser feito é aplicar reboco ou pintura com a parede húmida e com temperaturas baixas, porque o resultado falha no inverno seguinte. Nesses meses preparamos a base e deixamos os trabalhos de superfície para a primavera.

Trabalham em casas antigas das freguesias rurais do concelho?

Sim. Nas casas de granito, a intervenção começa por separar a humidade ascendente da entrada de água por juntas e remates, porque as soluções são diferentes. Depois tratamos a pedra com produtos compatíveis, corrigimos remates e protegemos as frentes mais expostas, sem fechar a parede de modo a impedir que o suporte respire.

Uma pintura impermeável resolve o problema da humidade numa parede de granito?

Não, e tende a agravar a situação: impede a parede de secar e a humidade procura outro caminho, muitas vezes para dentro da casa. Numa parede de granito, o objetivo é deixar respirar e conduzir a água para fora, tratando primeiro as entradas. A pintura é a última camada de um trabalho e nunca a solução.

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